segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

O PREPARO

Como regra as cervejas são feitas com água, algum cereal maltado e lúpulo, fermentados por levedura. No preparo da cerveja não é incomum adicionar outros condimentos e também o açúcar. 

Tem-se a cerveja como resultado da fermentação alcoólica do mosto de algum cereal maltado, sendo mais popular o uso da cevada. Contudo, outros cereais como trigo, arroz, milho, aveia e centeio também são empregados no preparo de cervejas.

A escolha da água é fundamental para determinar o sabor e qualidade da cerveja. Muitos e muitos estilos de cervejas são determinados pelas características da água da região onde é preparada.

O lúpulo (Humulus lupulus, da família Cannabaceae) é o ingrediente mais recente da receita da cerveja. Essa planta é utilizada para acrescentar o sabor amargo da bebida que equilibra a doçura do malte. o lúpulo tem efeito bactericida e é um dos três fatores responsáveis por tornar a cerveja um ambiente hostil a bactérias causadoras de doenças. A levedura da cerveja, graças à ação do lúpulo, metaboliza os açúcares extraídos do cereal, produzindo muitos compostos, inclusie o álcool e o dióxido de carbono. Que são os outros dois fatores quem contribuem para a bebida ser um porto livre de bactérias nocivas.

Dependendo do mestre cervejeiro o teor alcoolico pode variar entre 2% a 20%.

Até agora só bebi uma de 9%. Já vi uma de 12% e em breve vou comprar. Não vi a de 20% ainda.

A cerveja é sempre muito bem vinda. Mas não se esqueça que cerveja não mata a sede. Seu efeito diurético desidrata o corpo.

E para ser politicamente correto, é importante falar que seu consumo excessivo, devido à presença de álcool, pode ser prejudicial para a saúde.

BIER BEER BIERE BIRRA CERVEZA CERVEJA

UM POUQUINHO DE HISTÓRIA ANTES DE COMEÇAR A APRESENTAR AS IGUARIAS...

A apreciada cerveja é uma bebida produzida a partir da fermentação de cereais, principalmente a cevada maltada. Indícios apontam que foi uma das primeiras bebidas criadas pelo homem. Realmente nossos antepassados foram geniais. 

Como eu gosto de contar histórias não vou poder deixar de comentar nesse meu primeiro post que os antigos egípcios, sumérios e mesopotâmios, conhecem a cerveja pelo menos desde 4000 aC. 

Sua matéria prima varia de acordo com a região geográfica. Assim, cervejas variadas em relação ao tipo, sabor e coloração são produzidas mundo afora. Isso é muito bom, pois temos mais opções para provar antes de eleger a favorita!

Para se ter idéia, Ninkasi era a deusa da cerveja dos sumérios lá pela data de 2600 aC. E, para quem gosta de leis, o famoso Código de Hammurabi, rei da Babilônia (1792-1750 aC) já mostrava legislação sobre o comércio, a produção e consumo dessa bebida dourada, relacionando direitos e deveres dos clientes das tabernas. 

Com certeza você já deve ter ouvido falar de Ramsés. Mas o que muito pouca gente sabe, é que Ramsés III passou a ser conhecido como o faraó-cervejeiro depois de doar 1 milhão de litros de cerveja para sacerdotes do Templo de Amón. Eu queria ter sido um adorador de Amón entre 1184-1153 aC.

Na Europa, a cerveja começou a se espalhar graças a tribos germânicas e celtas desde 3000 aC. A cerveja que os europeus consumiam hoje muita gente não reconhece como uma autêntica cerveja, pois eram bebidas com base em amidos mas apresentando também frutas, mel e diversos tipos de plantas e especiarias.

No Brasil, a cerveja demorou um pouco para chegar, pois nossos responsáveis colonizadores temiam perder a hegemonia da venda dos seus vinhos. Agora uma pergunta que você deve saber fácil a resposta: quando a cerveja desembarcou em terras tupiniquins?

Uma chance...

Isso mesmo, em 1808. Data familiar, não é? A vinda da família real para o Brasil. Os nobres não poderiam ficar sem cerveja... claro que não. Dizem historiadores que o rei era apreciador quase viciado da cerveja. Com nova bebida na área, em 1830, a cachaça perdeu o posto de bebida mais popular e então a população passou a consumir a Gengibirra feita de farinha de milho, gengibre, casca de limão e água e a a Caramuru feita de milho, gengibre, açúcar mascavo e água.

E desde então, aprendemos que cerveja é bom.

É isso! Tem muito mais para contar e muito mais para ler por ai.

Aqui só um breve comentário para começar o blog! 

Vamos falar sobre nada técnico e profissional.

As opiniões aqui emitidas são minhas, degustando cervejas européias enquanto passo alguns dias no velho mundo.

UM BRINDE E SAÚDE!